O uso da informática na pratica pedagógica
Sabemos que o processo de ensinar e aprender são complexos, e requer situações que favoreçam a aquisição dos conhecimentos. Ele deve ser desenvolvido de forma harmônica entre o aprendiz e a pessoa que está orientando a aprendizagem.
Para alcançarmos bons resultados devemos sempre fazer um bom planejamento e observar as necessidades dos educandos, pois a partir deste acompanhamento os professores farão um novo planejamento para sanar as deficiências na aprendizagem. Também neste processo devemos aproveitar os conhecimentos prévios dos alunos para enriquecer as aulas e também dá autoconfiança aos estudantes.
Para Alarcão(2004)
O professor não é o único transmissor do saber e tem de aceitar situar-se nas suas novas circunstancias que, por sinal, são bem mais exigentes. O aluno também já não é mais receptáculo e deixar-se rechear de conteúdos...
O professor deve inserir novos recursos, como as mídias para dinamizar as aulas, pois nossos alunos estão inseridos em um mundo onde a comunicação eleva o padrão de conhecimento das pessoas, com isso o estudante chega à escola com muitas informações. A informática é um recurso que deve está sempre presente no processo de ensino, pois é algo que a maioria dos alunos já conhece e gostam de trabalhar utilizando o computador.
Diante deste contexto, buscaremos acompanhar todo o processo evolutivo para que ambos possam caminhar juntos em busca do saber.
quinta-feira, 18 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
PROJETO RÁDIO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
TUTOR: MIRIAN BECKER
CURSISTAS: ANTONIO ALMEIDA DA SILVA
WANDERLIZA DE PAIVA PINHEIRO
TEMA: Entrevista na Hora do Recreio
JUSTIFICATIVA
Na atualidade observa-se que nossos alunos estão deixando de lado muitos valores que deveriam ser usados em todos os momentos, mas que na maioria das vezes passam despercebidos. Isso acontece não por falta de um trabalho efetivo da escola, mas que própria cultura impõe aos nossos jovens.
Diante dessa carência de formação e informação, surge a necessidade de se desenvolver este projeto através do rádio, onde será desenvolvido um programa de entrevistas com especialistas nas mais diversas áreas onde os alunos terão uma boa orientação em várias áreas, como noção de saúde e higiene, conservação do patrimônio escolar e mentalidade coletiva de cidadania. Dessa forma estaremos utilizando uma mídia de grande valor e ajudando a todos da escola a adquirir bons hábitos e também na construção do conhecimento de nossos alunos.
OBJETIVO GERAL:
Orientar através do programa de rádio ações coletivas que possam melhorar a construção de conhecimento de nossos alunos.
OBJETIVOS ESPECIFICOS:
• Orientar os alunos no sentido de adquirir bons hábitos na questão da higiene;
• Sensibilizar os alunos no que diz respeito a preservação do patrimônio escolar;
• Despertar através do rádio a importância do trabalho em equipe e convivência na sociedade.
MATERIAL A SER UTILIZADO:
• Microfone;
• Aparelho de som;
• Computador;
• Impressora;
• Bloco de anotações;
• Gravador;
• Papel A4.
ROTEIRO
- Entrevista com especialista na área de alimentação (nutrição);
- Entrevista com especialista na área de higiene corporal;
-Entrevista com diretor da escola sobre a preservação do patrimônio publico.
Elementos da Produção:
• Textos
• Musicas;
• Entrevistas;
• Efeitos sonoros.
CONSTRUÇÃO DA PAUTA
Programa de Entrevistas
Observa-se que os alunos a cada dia vem deixando de lado os valores que regem uma sociedade. Daí a necessidade de se organizar um programa de rádio voltado para a orientação dos nossos alunos através de entrevistas de especialistas no sentido enriquecer o alunado na questão do valores de nossa sociedade.
ENCAMINHAMENTO
O objetivo desse programa de rádio na hora do recreio é enfocar através de entrevistas assuntos que possam contribuir na construção do conhecimento dos alunos.
MONTAGEM
- abertura do programa;
- vinheta;
- entrevista;
- música;
- encerramento.
ELEMENTOS SONOPLÁSTICOS
CDs utilizados durante o programa:
para vinheta;
para música.
CRONOGRAMA:
No primeiro momento elaboração da pauta;
no segundo momento elaboração do roteiro de gravação de entrevistas;
na terceira parte será feita a construção do texto a decupagem e a montagem.
março abril
05 a 12 15 a 28
Pesquisa e pauta
Roteiro de gravação e entrevistas
Decupagem, construção de texto e montagem
BIBLIOGRAFIA
ASSUMPÇÃO, Zeneida Alves de. Radioescola: (uma proposta para o ensino de primeiro grau). São Paulo:Annablume, 1999.
BARBERO, Jesus Martin. Desafios culturais da Comunicação à Educação. Rev. Comunicação &Educação. São Paulo; Segmento, n. 18, 2000.
Demo, Pedro. Cidadania Tutelada e Cidadania Assistida. Campos, SP. Autores Associados, 1995.
SANTAELLA, Lúcia. Cultura das Mídias. São Paulo:Experimento, 1996.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
TUTOR: MIRIAN BECKER
CURSISTAS: ANTONIO ALMEIDA DA SILVA
WANDERLIZA DE PAIVA PINHEIRO
TEMA: Entrevista na Hora do Recreio
JUSTIFICATIVA
Na atualidade observa-se que nossos alunos estão deixando de lado muitos valores que deveriam ser usados em todos os momentos, mas que na maioria das vezes passam despercebidos. Isso acontece não por falta de um trabalho efetivo da escola, mas que própria cultura impõe aos nossos jovens.
Diante dessa carência de formação e informação, surge a necessidade de se desenvolver este projeto através do rádio, onde será desenvolvido um programa de entrevistas com especialistas nas mais diversas áreas onde os alunos terão uma boa orientação em várias áreas, como noção de saúde e higiene, conservação do patrimônio escolar e mentalidade coletiva de cidadania. Dessa forma estaremos utilizando uma mídia de grande valor e ajudando a todos da escola a adquirir bons hábitos e também na construção do conhecimento de nossos alunos.
OBJETIVO GERAL:
Orientar através do programa de rádio ações coletivas que possam melhorar a construção de conhecimento de nossos alunos.
OBJETIVOS ESPECIFICOS:
• Orientar os alunos no sentido de adquirir bons hábitos na questão da higiene;
• Sensibilizar os alunos no que diz respeito a preservação do patrimônio escolar;
• Despertar através do rádio a importância do trabalho em equipe e convivência na sociedade.
MATERIAL A SER UTILIZADO:
• Microfone;
• Aparelho de som;
• Computador;
• Impressora;
• Bloco de anotações;
• Gravador;
• Papel A4.
ROTEIRO
- Entrevista com especialista na área de alimentação (nutrição);
- Entrevista com especialista na área de higiene corporal;
-Entrevista com diretor da escola sobre a preservação do patrimônio publico.
Elementos da Produção:
• Textos
• Musicas;
• Entrevistas;
• Efeitos sonoros.
CONSTRUÇÃO DA PAUTA
Programa de Entrevistas
Observa-se que os alunos a cada dia vem deixando de lado os valores que regem uma sociedade. Daí a necessidade de se organizar um programa de rádio voltado para a orientação dos nossos alunos através de entrevistas de especialistas no sentido enriquecer o alunado na questão do valores de nossa sociedade.
ENCAMINHAMENTO
O objetivo desse programa de rádio na hora do recreio é enfocar através de entrevistas assuntos que possam contribuir na construção do conhecimento dos alunos.
MONTAGEM
- abertura do programa;
- vinheta;
- entrevista;
- música;
- encerramento.
ELEMENTOS SONOPLÁSTICOS
CDs utilizados durante o programa:
para vinheta;
para música.
CRONOGRAMA:
No primeiro momento elaboração da pauta;
no segundo momento elaboração do roteiro de gravação de entrevistas;
na terceira parte será feita a construção do texto a decupagem e a montagem.
março abril
05 a 12 15 a 28
Pesquisa e pauta
Roteiro de gravação e entrevistas
Decupagem, construção de texto e montagem
BIBLIOGRAFIA
ASSUMPÇÃO, Zeneida Alves de. Radioescola: (uma proposta para o ensino de primeiro grau). São Paulo:Annablume, 1999.
BARBERO, Jesus Martin. Desafios culturais da Comunicação à Educação. Rev. Comunicação &Educação. São Paulo; Segmento, n. 18, 2000.
Demo, Pedro. Cidadania Tutelada e Cidadania Assistida. Campos, SP. Autores Associados, 1995.
SANTAELLA, Lúcia. Cultura das Mídias. São Paulo:Experimento, 1996.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
DEFICIÊNCIA FÍSICA
Tema: Deficiência física
Sabemos que já existe um aparato de leis e até mesmo equipamentos e recursos tecnológicos para desenvolver trabalhos junto aos alunos que tenham algum tipo de deficiência, mas muitas vezes o alcance a esses recursos é demorado e em muitos casos nem chegam a receber qualquer ajuda.
Os movimentos sociais em busca dos direitos humanos ajudaram as pessoas com necessidades educacionais especiais a conquistarem o seu direito de plena participação social.
A Constituição Federal, através do artigo 208, contempla o atendimento especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
A Declaração de Salamanca aborda a importância de uma estrutura organizacional de atendimento especializado por parte da escola e participação ativa da sociedade. E segundo o documento toda criança tem direito de fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem e que toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas. Diz também que o princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade à todos através de um currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recurso e parceria com as comunidades. Na verdade, deveria existir uma continuidade de serviços e apoio proporcional ao contínuo de necessidades especiais encontradas dentro da escola.
A Resolução CNE/CEB Nº 2, DE 11 de fevereiro de 2001, é outro documento que institui
As diretrizes da educação especial no sistema de ensino básico, garantindo aos alunos com necessidades especiais o atendimento especializado em todo o processo de ensino.
De forma geral as legislação brasileira que garante o direito de pessoas com necessidades especiais, é muito rica, dando acesso as diversas situações do dia dessas pessoas, o que falta é serem aplicadas de forma integral, ou seja, de forma que atenda realmente as pessoas.
Um dos grandes problemas hoje na questão da inclusão de alunos com necessidades especiais é sem dúvida a falta de profissionais preparados para trabalhar ou atender essas pessoas. Apesar da legislação brasileira garantir condições cada vez melhor para essa clientela, o que temos é um amplo campo ávido de adequações físicas e profissionais capacitados para criar e desenvolver atividades que possam atender de fatos essas pessoas.
Computador como meio de inclusão de crianças com deficiência num ensino regular ajuda na integração do processo. Interação das crianças com outras crianças sem deficiência possibilita o desenvolvimento do intelecto, a cidadania e a vivência na sociedade. Construção do conhecimento de forma autônoma (buscar o conhecimento usando a informação) Recurso instrucional cuja eficácia depende da maneira como é utilizado. O computador é um meio de construção do conhecimento de forma autônoma. Hoje existem diversos softwares que ajudam no desenvolvimento das crianças que tem deficiência física, computadores e equipamentos adaptados para que estas possam participar do processo de ensino regular junto com os demais alunos na sala de aula.
A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o sistema osteoarticular, o sistema muscular e sistema nervoso. Qualquer doença ou lesão que afetam esses sistema isoladamente ou em conjunto podem produzir quadros de limitações físicas. Dessa forma os professores e a família devem está atentos com as crianças que muitos vezes tem problemas e passam despercebido e afetam diretamente o desenvolvimento da criança. No âmbito essa observação deve ser constante, pois a qualquer momento o professor pode descobrir alguma deficiência e dessa forma trabalhar de maneira que o aluno tenha uma melhor adaptação junto à turma.
Claude Levi-Strauss, disse que as diferenças existem, devem ser reconhecidas e assumidas e não escondidas. Somos natural e biologicamente diferentes: nascemos branco, negro, amarelo, vermelho ou mestiço, homem ou mulher. Isso não quer dizer que necessariamente devamos ser desiguais. Diferença e desigualdade não são a mesma coisa. As crianças com deficiência, apresentam características que fogem do convencionado padrão de normalidade, mas devem ser consideradas com características individuais.
Tipos de deficiência físicas e algumas definições:
• Amputação – perda total ou parcial de um determinado membro ou segmento de
membro;
• Paraplegia – perda total das funções motoras dos membros inferiores;
• Paraparesia – perda parcial das funções motoras dos membros inferiores;
• Monoplegia – perda total das funções motoras de um só membro (inferior ou superior);
• Monoparesia – perda parcial das funções motoras de um só membro (inferior ou
superior);
• Tetraplegia – perda total das funções motoras dos membros inferiores e superiores;
• Tetraparesia – perda parcial das funções motoras dos membros inferiores e
superiores;
• Triplegia – perda total das funções motoras em três membros;
• Triparesia – perda parcial das funções motoras em três membros;
• Hemiplegia – perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);
• Hemiparesia – perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);
• Ostomia – intervenção cirúrgica que cria um ostoma (abertura, ostio) na parede abdominal para adaptação de bolsa de fezes e/ou urina; processo cirúrgico que visa à construção de um caminho alternativo e novo na eliminação de fezes e urina para o exterior do corpo humano (colostomia: ostoma intestinal; urostomia: desvio urinário);
• Paralisia Cerebral – lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central, tendo como conseqüência alterações psicomotoras, podendo ou não causar deficiência mental;
• Nanismo – deficiência acentuada no crescimento.
É importante ter em mente que o conceito de deficiência inclui a incapacidade relativa, parcial ou total, para o desempenho da atividade dentro do padrão considerado normal para o ser humano. Esclarecemos que a pessoa com deficiência pode desenvolver atividades laborais desde que tenha condições e apoios adequados às suas características.
As causas são diversas. Em seguida serão apresentadas algumas:
• Paralisia Cerebral
• Hemiplegias
• Lesão Medular
• Malformações Congênitas
• Artropatias
Fatores de risco:
• Violência urbana
• Acidentes de trânsito
• Acidentes desportivos
• Alto grau de estresse
• Tabagismo
• Maus hábitos alimentares
• Uso de drogas
• Sedentarismo
• Epidemias/endemias
• Agentes tóxicos
• Falta de saneamento básico
Não se deve pré-determinar limites a pessoa com deficiência física poderá ser convidada para participar de inúmeras atividades da empresa que exijam movimentos. Deixe que ela expresse suas possibilidades. Danças, jogos, dinâmicas e atividades que envolvam movimentos podem ser desenvolvidas sem ou com adaptações, dependendo da forma com que a pessoa possa se expressar e sentir-se bem. Muitas vezes, o resultado diferirá dos padrões considerados “normais”. No entanto, há que se lembrar que o importante é proporcionar a participação de todos no convívio social da empresa, respeitando-se as possibilidades e os limites de cada um.
Cada pessoa tem competências e habilidades diferentes, a serem melhores aproveitadas nas funções que delas requerem o que têm. Assim, o fato de uma pessoa viver sentada numa cadeira de rodas não significa, necessariamente, que terão sucesso nessas atividades específicas. Não existem profissões para pessoas que têm determinadas deficiências. Existem profissionais com deficiência, que têm habilidades para diversas funções ocupacionais.
Referencias Bibliográficas
Brasil. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1997 2ª Ed.
_____. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica. Brasília.:MEC/CNE/CEB, 2001.
www.cezarliper.com.br/
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf
www.deficientesolidario.com.br/index.php?/...
Sabemos que já existe um aparato de leis e até mesmo equipamentos e recursos tecnológicos para desenvolver trabalhos junto aos alunos que tenham algum tipo de deficiência, mas muitas vezes o alcance a esses recursos é demorado e em muitos casos nem chegam a receber qualquer ajuda.
Os movimentos sociais em busca dos direitos humanos ajudaram as pessoas com necessidades educacionais especiais a conquistarem o seu direito de plena participação social.
A Constituição Federal, através do artigo 208, contempla o atendimento especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
A Declaração de Salamanca aborda a importância de uma estrutura organizacional de atendimento especializado por parte da escola e participação ativa da sociedade. E segundo o documento toda criança tem direito de fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem e que toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas. Diz também que o princípio fundamental da escola inclusiva é o de que todas as crianças devem aprender juntas, sempre que possível, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Escolas inclusivas devem reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos, acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade à todos através de um currículo apropriado, arranjos organizacionais, estratégias de ensino, uso de recurso e parceria com as comunidades. Na verdade, deveria existir uma continuidade de serviços e apoio proporcional ao contínuo de necessidades especiais encontradas dentro da escola.
A Resolução CNE/CEB Nº 2, DE 11 de fevereiro de 2001, é outro documento que institui
As diretrizes da educação especial no sistema de ensino básico, garantindo aos alunos com necessidades especiais o atendimento especializado em todo o processo de ensino.
De forma geral as legislação brasileira que garante o direito de pessoas com necessidades especiais, é muito rica, dando acesso as diversas situações do dia dessas pessoas, o que falta é serem aplicadas de forma integral, ou seja, de forma que atenda realmente as pessoas.
Um dos grandes problemas hoje na questão da inclusão de alunos com necessidades especiais é sem dúvida a falta de profissionais preparados para trabalhar ou atender essas pessoas. Apesar da legislação brasileira garantir condições cada vez melhor para essa clientela, o que temos é um amplo campo ávido de adequações físicas e profissionais capacitados para criar e desenvolver atividades que possam atender de fatos essas pessoas.
Computador como meio de inclusão de crianças com deficiência num ensino regular ajuda na integração do processo. Interação das crianças com outras crianças sem deficiência possibilita o desenvolvimento do intelecto, a cidadania e a vivência na sociedade. Construção do conhecimento de forma autônoma (buscar o conhecimento usando a informação) Recurso instrucional cuja eficácia depende da maneira como é utilizado. O computador é um meio de construção do conhecimento de forma autônoma. Hoje existem diversos softwares que ajudam no desenvolvimento das crianças que tem deficiência física, computadores e equipamentos adaptados para que estas possam participar do processo de ensino regular junto com os demais alunos na sala de aula.
A deficiência física refere-se ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o sistema osteoarticular, o sistema muscular e sistema nervoso. Qualquer doença ou lesão que afetam esses sistema isoladamente ou em conjunto podem produzir quadros de limitações físicas. Dessa forma os professores e a família devem está atentos com as crianças que muitos vezes tem problemas e passam despercebido e afetam diretamente o desenvolvimento da criança. No âmbito essa observação deve ser constante, pois a qualquer momento o professor pode descobrir alguma deficiência e dessa forma trabalhar de maneira que o aluno tenha uma melhor adaptação junto à turma.
Claude Levi-Strauss, disse que as diferenças existem, devem ser reconhecidas e assumidas e não escondidas. Somos natural e biologicamente diferentes: nascemos branco, negro, amarelo, vermelho ou mestiço, homem ou mulher. Isso não quer dizer que necessariamente devamos ser desiguais. Diferença e desigualdade não são a mesma coisa. As crianças com deficiência, apresentam características que fogem do convencionado padrão de normalidade, mas devem ser consideradas com características individuais.
Tipos de deficiência físicas e algumas definições:
• Amputação – perda total ou parcial de um determinado membro ou segmento de
membro;
• Paraplegia – perda total das funções motoras dos membros inferiores;
• Paraparesia – perda parcial das funções motoras dos membros inferiores;
• Monoplegia – perda total das funções motoras de um só membro (inferior ou superior);
• Monoparesia – perda parcial das funções motoras de um só membro (inferior ou
superior);
• Tetraplegia – perda total das funções motoras dos membros inferiores e superiores;
• Tetraparesia – perda parcial das funções motoras dos membros inferiores e
superiores;
• Triplegia – perda total das funções motoras em três membros;
• Triparesia – perda parcial das funções motoras em três membros;
• Hemiplegia – perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);
• Hemiparesia – perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo);
• Ostomia – intervenção cirúrgica que cria um ostoma (abertura, ostio) na parede abdominal para adaptação de bolsa de fezes e/ou urina; processo cirúrgico que visa à construção de um caminho alternativo e novo na eliminação de fezes e urina para o exterior do corpo humano (colostomia: ostoma intestinal; urostomia: desvio urinário);
• Paralisia Cerebral – lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central, tendo como conseqüência alterações psicomotoras, podendo ou não causar deficiência mental;
• Nanismo – deficiência acentuada no crescimento.
É importante ter em mente que o conceito de deficiência inclui a incapacidade relativa, parcial ou total, para o desempenho da atividade dentro do padrão considerado normal para o ser humano. Esclarecemos que a pessoa com deficiência pode desenvolver atividades laborais desde que tenha condições e apoios adequados às suas características.
As causas são diversas. Em seguida serão apresentadas algumas:
• Paralisia Cerebral
• Hemiplegias
• Lesão Medular
• Malformações Congênitas
• Artropatias
Fatores de risco:
• Violência urbana
• Acidentes de trânsito
• Acidentes desportivos
• Alto grau de estresse
• Tabagismo
• Maus hábitos alimentares
• Uso de drogas
• Sedentarismo
• Epidemias/endemias
• Agentes tóxicos
• Falta de saneamento básico
Não se deve pré-determinar limites a pessoa com deficiência física poderá ser convidada para participar de inúmeras atividades da empresa que exijam movimentos. Deixe que ela expresse suas possibilidades. Danças, jogos, dinâmicas e atividades que envolvam movimentos podem ser desenvolvidas sem ou com adaptações, dependendo da forma com que a pessoa possa se expressar e sentir-se bem. Muitas vezes, o resultado diferirá dos padrões considerados “normais”. No entanto, há que se lembrar que o importante é proporcionar a participação de todos no convívio social da empresa, respeitando-se as possibilidades e os limites de cada um.
Cada pessoa tem competências e habilidades diferentes, a serem melhores aproveitadas nas funções que delas requerem o que têm. Assim, o fato de uma pessoa viver sentada numa cadeira de rodas não significa, necessariamente, que terão sucesso nessas atividades específicas. Não existem profissões para pessoas que têm determinadas deficiências. Existem profissionais com deficiência, que têm habilidades para diversas funções ocupacionais.
Referencias Bibliográficas
Brasil. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1997 2ª Ed.
_____. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica. Brasília.:MEC/CNE/CEB, 2001.
www.cezarliper.com.br/
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf
www.deficientesolidario.com.br/index.php?/...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Mestre
Ensinar exige curiosidade, vontade de transpor obstáculo. O professor deve ser um eterno pesquisador, buscando práticas que possam incentivar os educandos a buscarem a cada dia mais conhecimento e dessa forma nossos alunos estarão mais preparados para enfrentar esse mundo competitivo.
Antonio Almeida
Antonio Almeida
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Os guerreiros
Estamos quase no início do ano letivo de 2010, onde teremos grande desafios no desenvolvimento de nossas atividades. Acredito que mesmo com algumas dificuldades conseguiremos bons resultados, pois considero grandes guerreiros as pessoas que trabalham em sala de aula. Com mais esta ferramenta espero aprender bastante interagindo com meus nobres colegas de profissão.
um abraço
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